A Fraternidade Como Direito Fundamental Entre O Ser E O Dever Ser Na Dialetica Dos Opostos De Hegel
O Livro A Fraternidade Como Direito Fundamental Entre O Ser E O Dever Ser Na Dialetica Dos Opostos De Hegel , trata de, (…) A Doutora Maria Inês Chaves de Andrade dá agora à estampa, em Brasil e em Portugal, essa dissertação e pede-me que redija o respectivo prefácio. Faço-o com o muito gosto. Na Europa não é vulgar estudar-se a Fraternidade na perspectiva do Direito, designadamente como direito fundamental dos cidadãos ou no quadro da cidadania. Mas creio que um dos méritos desta dissertação reside exatamente no desafio que ela deixa ao leitor no sentido de se rever essa posição. De fato, a Autora é feliz na abordagem da teoria geral da Fraternidade. Consegue explicar a relação entre a Fraternidade e a Razão. Trata bem a Fraternidade como componente do Ser Humano e descobre várias facetas da Fraternidade na organização da sociedade. Consegue convencer da importância da relação entre a Fraternidade e outros valores, sobretudo a Liberdade e a Igualdade. E, obviamente, tenta construir uma teoria da Fraternidade como direito fundamental. O leitor, particularmente o leitor europeu, incluindo o jurista português, encontrará nesta dissertação muitos pontos para reflexão. E colocará a si próprio a interrogação de saber por que razão a Fraternidade não tem tido vulgarmente no nosso continente o tratamento metodológico que a Autora lhe dá nesta dissertação. É este o grande resultado desta dissertação, para além, obviamente, do seu mérito científico. Por isso, estou certo de que ela terá da parte da comunidade científica o bom acolhimento que merece. À Autora, eu desejo que continue a sua auspiciosa carreira acadêmica. – In Prefácio de Fausto de Quadros – Doutor em Direito.
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