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Alquimia Dos Circulos

Cód: 9788575311042

Disponibilidade Envio Imediato
Autor: Amaral, Beatriz Helena Ramos Ano: 2003 Páginas: 112 Idioma: Portugues ISBN: 9788575311042 Tipo: Brochura
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Alquimia dos círculos (selo Escrituras) é o livro que reúne os poemas de Beatriz Amaral escritos entre 1999 e 2003. É uma poesia que atravessa vários níveis de transmutação. A transmutação do modo de dizer, da dicção da poeta, neste seu oitavo livro (e sexto de poesia), é expressa pela recomposição do verbo, isto é, de uma palavra decomposta e rarefeita que agora se reconstrói em contínuo movimento de busca, numa captação fotográfica e imagética, de onde emergem novos olhares e novas significações. Poesia precedida de intensa experimentação. O título do livro surgiu a partir de um dos poemas constante no livro anterior da autora, a coletânea Planagem, que é de 1998. O poema se estruturava nos versos seguintes: projeto alquímico / ouro de grafema. A partir dessa idéia de transmutação, transfiguração, de transformação, se reconstruiu a palavra poética de Beatriz, nestes quatro anos de produção. Pode-se dizer que Alquimia dos círculos traz uma poesia vespertina, de quem viveu reincidentes naufrágios noturnos e incêndios do meio-dia e agora contempla a vacuidade gratuita da tarde, as cintilâncias minúsculas que teimam na pedra, singularizando momentos, faces re-descobertas. A presença da metalinguagem é intensa, o que constitui uma das predominantes características da autora. Vislumbra-se nestes poemas um resgate, uma dança em volta de um porto e de um farol, onde pausas, instantâneos de desalento e surpresas irrompem, se mesclam e desvelam a vacuidade do verbo. Enquanto algo se desvela no cotidiano e alarga o olhar poético, a lua ainda lateja, ardente, e essa escritura segue em busca de uma luz. Tentando iluminar o desalinho das idéias, essa luz por vezes se corporifica, contemporânea, palpável, como uva grafitada no intertexto e, translúcida, segue, no ritmo vital do sol, transmutando urgências de calor nas mãos. Como cogumelos, entre lapsos e intervalos, na possível música de cada silêncio.
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