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Pedra-Placebo

Cód: 9786589624783

Disponibilidade Envio Imediato
Autor: Wilinski Marcelo Páginas: 132 Idioma: Portugues ISBN: 9786589624783
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SOBRE ESTE LIVROMatéria de poesia sendo pedra: solidez de mineral; natureza de rocha; fragmento solto; no duro no duro. Matéria desta pedra sendo efeito: o fármaco inerte e neutro, de cura e mágica; aquilo que suscita, o que substitui. Placere, placebo, prazer. Abrem-se as cortinas: a poesia-cristal de MARCELO WILINSKI (sim, escreve-se com maiúsculas sobre esse moço) vem aqui para consertar o coração, os olhos, os veludos, o gosto. Como relíquias: heróis sem montaria, cores sanguíneas, ondas uníssonas, faces curtidas, inspiração rupestre (sinta), entre tintas. Quando diz sou daqui é daqui da melhor poesia. Quando conta de relógio de sol perdendo tempo e de pupilas bordadas e mares abertos e dentro do quarto e reza de menino, é passo e pulso anunciados. Sabe ao dono da banca, sabe ao segurança da loja, sabe ao porteiro do prédio: centenas de alguém em águas anônimas, em mímica do passado a limpo. Marcelo porta-voz de (não mais seus) silêncios embalados um a um, ora nunca antes, ora rotina. Tambores anunciam atos ventríloquos descendo dóceis degraus - já que peles gritam. Mãos multidões seguram o lago abstrato, as prosas regurgitadas e suas sístoles e suas diásporas. O cão farejador (a poesia grande do Marcelo no peito de quemquerqueseja) silhueteia-se perpendicula-se por águas trêmulas e vendavais sofridos. E se admite: o voo que deus agora ensina é pra ser visto. Na foz dos fluidos, aproximar ateus e confessionários. Em busca de salvação, em busca de escavação, no peso do rarefeito, na nomeação do gado, nos corpos enquanto luz e rio abaixo. De volta ao olho as aves soberanas, a pedra a descobrir que amar é crase. Cada cicatriz que aqui se entende dá sinal de constelação. Olhos incolores cuidam de ser. Sons maleáveis são a própria rota de desejos, tentações e sonhos. Olho da alma, essa poesia do Marcelo nos escancara a enormidade do visível. Mesmo no breu. Nada mais que mais nada virando Muito mais que tudo isso. Por meio desta poesia, cerrar os olhos iguala a abrir linhas. Luzes do avesso. Pedra. Placebo. Gosto fresco. Luci Collin ____________SINOPSEa pedra-placebo, branca em sua inquietude e fortaleza para o outsider dentro da jaula vazia, reflete o avesso ao que sempre foi imposta. risos atravessam a sala, um instante de silêncio e o diagnóstico está confirmado. quem dera fosse possível construir paredes apenas com os olhos. a pedra-placebo, a rocha enigmática, elo entre a falta e o desencontro, o adeus do outro lado da rua, até daqui a pouco, parece até nunca mais. amuleto de proteção, lembrança do ninho tão necessário, confessionário para o afásico que tinha muito o que dizer, muro, espelho, cadeado. tantas funções para o que era, na verdade, disfuncional. a pedra-placebo é este livro. fragmentos poéticos de uma vida de angústias e medos, dissecados em nanquim e saliva.
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