Casa Comum, A
Casa Comum, A
Carmona, Kaio
A matemática absurda do amor. O saldo negativo é também resultado de meu investimento. De nada me valeu poupar e me preservar para o futuro. Achei que diante do esforço desprendido eu era merecedor. E fui contrariado. O capital do amor é sempre liberal. É deficitário o amor e isso pouco lhe importa. O amor não sabe gerenciar sua dívida. Consumir, consumir e consumir já, até a exaustão, até A míngua. A economia do amor. O preço do amor. Nos deixa miseráveis o amor. Em A Casa Comum, um narrador arguto e criativo registra com sutileza delicada e contundente as artimanhas do discurso amoroso, que tanto se impõe quanto, inexplicavelmente, se afasta. Indomável. Imprevisível. Da casa comum A casa desabitada: a beleza está na travessia, que bem merece ser trilhada pelo leitor.
Livro recomendado para literatura, leitura, conhecimento, educação, aprendizado, cultura e desenvolvimento pessoal.
Livro que combina informação, entretenimento e aprendizado.
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