E Se, De Repente, Eles Parassem
E Se, De Repente, Eles Parassem
Raquel Machado
Raquel Machado leva o leitor a se questionar sobre como o materialismo vem distorcendo as relações humanas, e até que ponto vale a pena o sacrifício próprio em prol de um bem maior. Política, intrigas, paixão e muito bom humor fazem de E, se de repente, eles parassem (selo Escrituras) uma obra leve e divertida. Uma história em que, segundo Ives Gandra Martins, a percepção da realidade própria do mundo em que vivemos é desenhada, em pinceladas de novelista, com tintas de poesia e análise da natureza humana na busca pela auto-afirmação. Dimas Macedo, membro da Academia Cearense de Letras, salienta que este romance de Raquel Machado constitui um passo decisivo na sua carreira de ficcionista, que transita, agora, da curta para a longa ficção, com a mesma segurança de que se fez advogada e professora universitária respeitada. A despeito da trama e do enredo bem arquitetados, a obra mergulha, com efeito, no jogo de poder do capitalismo bancário e financeiro, com os seus bloqueios soberanamente armados contra a organização e a participação da cidadania produtiva. Segundo Dimas Macedo, este livro também pode ser lido como um projeto de enredo ou de roteiro cinematográfico em que o lugar da esperança e as malhas do amor e da cidadania podem ser auscultados como a mensagem de fundo do romance.
Livro recomendado para literatura, leitura, conhecimento, educação, aprendizado, cultura e desenvolvimento pessoal.
Uma obra que desperta interesse e novas perspectivas sobre o tema.
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